Natural de Santos, Alexandre Takeo, é um atleta de kitewave que, rapidamente, conquistou espaço no stand up paddle surf. Magrinho, como é conhecido, mora em Ibiraquera atualmente e encontrou na nova modalidade um complemento perfeito para os dias sem vento.
Vencedor do Trials do Stand Up World Tour durante o Mormaii IWC 2010 ele agora busca disputar outras etapas do mundial e aprimorar cada vez mais seu surf, seja de SUP ou de kite.
1. Como foi seu início no surf?
Ganhei do meu pai um bodyboard que só usava como prancha de surf, pois entrava na onda e já ficava em pé. Um mês depois troquei por uma prancha de fibra.
2. Você teve alguma influência especial de outra pessoa?
Não, foi natural, era natal, ganhei de presente esse bodyboard e não parei mais.
3. E no kite, como foi seu início?
Vi um amigo praticando, gostei e comprei um em 12 vezes. Me apaixonei pelo esporte e não parei mais.
4. Em que ano você se mudou de Santos pra Ibiraquera?
Cheguei em ibiraquera em 2005. Vim para Santa Catarina por que têm muita onda e muito vento. Não imagino um lugar melhor no Brasil pra treinar.
5. Quais as principais evoluções que você tem acompanhado no kite esses últimos anos?
A principal evolução foi o lançamento dos kite bowls e híbridos. Hoje você pode decolar e pousar seu kite sozinho com segurança.
6. E os Kites Mormaii 2011, o que você achou deles e quais as principais melhorias?
Os kites estão demais. Resposta rápida e barra bem leve foram as principais melhorias na minha opinião. Não tem mais roldanas na barra nem nos bridles, com isso conseguimos um kite com resposta mais rápida e barra mais leve, sem perder o depower.
7. Então você acredita que o equipamento atende as expectativas de profissionais e iniciantes ao mesmo tempo?
Com certeza, para um profissional um kite rápido e uma barra leve são tudo, e para os iniciantes também porque é um kite que responde fácil aos comandos e com extrema segurança. Muito tranquilo para redecolar e 100% depower, perfeito pra aprender ou radicalizar.
8. E o stand up paddle surf, como você teve o contato com o esporte pela primeira vez?
Foi na barra da Ibiraquera, a lagoa estava ligada com o mar, entrei pela barra e fui remando direto para o outside. Fiquei tomando uns tombos da pracha até que consegui dropar uma onda, foi muito bom!
9. E como foi sua participação no Mormaii IWC 2010? O que você achou do evento?
Foi boa, achei um evento muito legal e uma estrutura nota 10. Foi muito bom poder competir com surfistas de outros países, aprendi muito.
10. Quais seus planos para 2011?
Participar do circuito mundial de SUP conciliando com o kite, atividade que pratico desde 2001 e como atleta Mormaii desde 2007.
11. Pra fechar, fale da sensação de vencer o trials do mundial e garantir sua vaga no Stand Up World Tour pela porta da frente:
Essa vitória foi muito importante para mim, eu tinha minha vaga garantida no evento principal como wild card da Mormaii, só que eu queria participar por mérito meu e deu tudo certo. Vim debaixo passando as bateria até chegar na final e conseguir a vitória.
Com isso ganhei a minha vaga na etapa de Ibiraquera e um convite pra ir pra Big Island no Havaí participar da última etapa do SUP World Tour 2010.
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