Tem um dado que resume bem o momento do mercado fitness brasileiro: o número de academias praticamente dobrou nos últimos cinco anos, saltando de 30 mil para 57 mil unidades, enquanto o faturamento do setor avançou de R$ 11,8 bilhões para R$ 17 bilhões anuais — uma expansão de 44%.
Não é coincidência. É uma mudança de comportamento que virou estrutura de mercado. E para o empreendedor que está avaliando onde investir, entender esse movimento é o primeiro passo.
O brasileiro está treinando mais — e pagando mais para isso
Dados de 2025 do Datafolha indicam que cerca de 50% dos brasileiros praticam atividades físicas com regularidade, dado corroborado pelo IBGE, que registrou sedentarismo em menos da metade da população em 2024. Em 2023, esse índice era de 22% de praticantes diários, segundo o Sesi. A evolução é significativa.
Mas o mais relevante para quem analisa o setor como negócio não é só o volume, é a disposição para investir. O mercado fitness nacional movimentou aproximadamente R$ 12 bilhões em 2024, com tendência de crescimento de até 9,5% ao ano até 2030.
O consumidor fitness não está apenas mantendo a rotina. Ele está migrando para experiências de maior valor percebido.
Dois mercados dentro de um
Quando se fala em mercado fitness, é preciso separar o que está acontecendo em dois segmentos distintos que crescem por razões diferentes.
De um lado, as grandes redes de academias low cost, que expandem em volume e capilaridade. A SmartFit, líder de mercado, encerrou o segundo trimestre de 2025 com mais de 1,8 mil unidades em 15 países e 5,2 milhões de alunos ativos no mundo, sendo 2,3 milhões no Brasil.O modelo funciona pela escala: mensalidades acessíveis, alta rotatividade e estrutura enxuta.
Do outro lado, crescem os studios boutique — e é aqui que o cenário mais interessa ao empreendedor que quer construir um negócio com margens sólidas e retenção real.
Por que os studios boutique ganham espaço
O segmento de studios — que inclui espaços voltados para treinos como HIIT, funcional, pilates, yoga, entre outros — tem registrado expansão acelerada, especialmente nas grandes capitais e regiões de alta densidade populacional.
A razão é direta: o consumidor atual, mais exigente e informado, busca ambientes onde se sinta acolhido, motivado e reconhecido. As academias boutique se destacam por oferecer treinos personalizados, ambientes projetados com cuidado, comunidades engajadas e uma entrega emocional, muito além do físico.
Para o gestor, esse posicionamento se traduz em números melhores. A margem por cliente tende a ser mais alta, já que os studios costumam trabalhar com tickets médios superiores aos das academias tradicionais e com uma base de clientes altamente fidelizada.
Studios boutique operam com margens superiores a 55%, e o churn anual do setor caiu de 45% para 28% desde 2021 — o que significa que os alunos ficam mais tempo e cancelam menos. Essa combinação de ticket alto e retenção elevada é o que cria previsibilidade de receita, o ativo mais valioso em qualquer negócio.
O que explica a resiliência em períodos de crise
É uma pergunta legítima: por que alguém mantém a mensalidade de um studio premium quando o orçamento aperta?
A resposta está no que o produto representa para o consumidor. Saúde virou prioridade real para uma parcela crescente da população brasileira, não um luxo descartável. O segmento de saúde, beleza e bem-estar corresponde a cerca de 18% do setor de franchising brasileiro, com crescimento de mais de 12,5% no segundo trimestre de 2025 frente ao mesmo período do ano anterior.
Além disso, o modelo boutique cria um vínculo que vai além da prestação de serviço. Studios boutique criam um senso de pertencimento real, baseado no que especialistas chamam de efeito tribal: a tendência humana de buscar grupos com os quais se identifica e compartilha valores.
Em vez de alunos, os studios cultivam embaixadores da marca, pessoas que defendem a proposta e promovem a experiência de forma orgânica. Esse tipo de relação não se cancela no primeiro mês difícil.
O perfil do consumidor que sustenta esse mercado
A maior parte dos praticantes se concentra na faixa etária entre 36 e 45 anos, que representa 32% do total. Em seguida, aparecem os brasileiros com idades entre 26 e 35 anos, com 26% dos praticantes regulares.São adultos em plena atividade profissional e familiar, com renda estabelecida, disposição para investir em saúde e pouca tolerância para perda de tempo em filas ou em ambientes superlotados.
Esse perfil não busca a mensalidade mais barata. Busca resultado, atenção e pertencimento. É exatamente o que o modelo boutique entrega.
O franchising como caminho para entrar nesse mercado
Diante de um mercado em expansão, a questão para o empreendedor é como entrar com segurança, sem reinventar a roda e sem assumir os riscos de quem começa do zero.
Há uma tendência de consolidação do mercado fitness, com formatos mais enxutos e especializados, como estúdios boutique e academias de nicho. Junto disso, o franqueado que entra em uma rede consolidada herda metodologia, marca, suporte operacional e uma curva de aprendizado que já foi percorrida por outros.
O Studio Mormaii nasceu nesse contexto. Um modelo pensado para quem quer atuar no segmento premium do fitness, com metodologia exclusiva, turmas pequenas, foco total no aluno e a força de uma marca com mais de 40 anos de história no esporte e no movimento.
O mercado está crescendo. A pergunta é quem vai ocupar esse espaço.
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